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Quarta-feira, 9 de Junho de 2010

Cágado-de-carapaça-estriada

 

Nome comum:

Cágado-de-carapaça-estriada

 

Nome científico:

Emys orbicularis (Linnaeus, 1758)

 

Morada:

É uma espécie de réptil residente e autóctone.

Em Portugal tem uma distribuição fragmentada.

Na maioria dos casos as observações referem espécimes isolados ou pequenas populações.

Observaram-se também algumas populações dispersas. É o caso da Reserva Natural Local do Paul da Tornada (Caldas da Rainha), nas Lagoas do Prado (Vila Verde) e na zona de Figueira de Castelo Rodrigo.

A nível mundial, o cágado-de-carapaça-estriada ocupa uma grande área de distribuição, desde o Noroeste de África, de Marrocos à Tunísia, o Centro e Sul da Europa, da Península Ibérica à região do Mar Cáspio, e a região ocidental da Ásia, do Noroeste de Irão e Iraque ao Norte da Síria.

Não se encontraram em Portugal destes cágados acima dos mil metros de altitude.

 

Género:

Os machos tendem a ser mais pequenos e o seu plastrão (ventre) costuma ser côncavo, o que faz todo o sentido para facilitar o acasalamento. As caudas dos machos costumam ser mais compridas e grossas.

 

Comportamento:

Gostam de se aquecer ao sol nas margens. Porém, quando são surpreendidos atiram-se rapidamente à água, onde se refugiam.

Estes cágados encontram-se activos praticamente durante todo o ano, a partir dos 14º C, podendo hibernar nas zonas frias. Podem também adoptar períodos de estivação nas regiões mais quentes.

 

Alimentação:

Nutre-se de invertebrados como caracóis, coleópteros, dípteros, aracnídeos, incluindo na ementa insectos com fases larvares aquáticas.

 

Filiação e nascimento:

Pertence à família Emydidae.

A maturidade sexual dos machos é atingida entre os 8 e os15 anos; nas fêmeas entre os 10 e os 18 anos.

Acasalam por altura de Abril/Maio, geralmente na água. As fêmeas põem de 5 a 12 ovos, num pequeno buraco escavado, que depois cobre de terra, frequentemente afastado da água. A postura eclode ao fim de dois a três meses de incubação.

 

Habitat:

Margens de ribeiros e lagos, de águas calmas, ou seja, habitats de água doce ou de baixa salinidade, de águas paradas ou de corrente lenta, permanentes ou temporários, tais como charcos, albufeiras, represas, rios e ribeiras.

A bibliografia diz que o cágado-de-carapaça-estriada prefere locais com uma boa cobertura de vegetação aquática mas pequena cobertura da vegetação das margens.

A drenagem e aterro de zonas húmidas para aproveitamento agrícola, florestal e/ ou urbanístico, leva ao desaparecimento e fragmentação dos habitats desta espécie, associada particularmente aos charcos temporários.

 

Comprimento:

Tamanho máximo de cerca de 15 cm.

 

Curiosidades:

Em Portugal há só duas espécies de cágado e o que preenche este tema — cágado-de-carapaça-estriada — é o mais raro. O outro, mais habitual, chama-se Mauremys leprosa e tem por nome vulgar cágado-mediterrânico.

A esperança de vida do cágado-de-carapaça-estriada é de 40 a 60 anos.

Esta espécie é particularmente frágil. Uma tardia maturidade sexual das fêmeas associada a baixas taxas de fecundidade e a uma mortalidade infantil elevada implicam uma taxa de crescimento populacional muito baixa e uma reduzida capacidade de recuperação de impactos negativos.

Não admira que se considere estarem as suas populações em regressão em grande parte da sua área de distribuição.

 

Bibliografia:

«Plano Sectorial da Rede Natura 2000», Janeiro 2006, Fauna: anfíbios e répteis.

 

Conteúdo Desenvolvido por:
 
Parque Biológico de Gaia
http://www.parquebiologico.pt
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publicado por verdinho_naturezabrincalhona às 11:39
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Terça-feira, 8 de Junho de 2010

B.I. do Caboz-de-água-doce

 

Nome comum: Caboz-de-água-doce, Marachomba-de-água-doce, Blénio-de-água-doce.

 

Nome científico: Salaria fluviatilis (Asso, 1801)

 

Hábitos e Habitat: O caboz-de-água-doce é uma das espécies dulciaquícolas de uma grande família – Blenniidae - composta maioritariamente por espécies marinhas. Esta espécie prefere cursos de água doce bem oxigenados, de regime lêntico ou lótico, com substrato pedregoso, com cascalho e areão. O modo de vida desta espécie bentónica está intimamente associado ao substrato, pois é nas rochas, cascalho e areão que realizam as suas posturas. Entre Abril e Julho, o macho torna-se ainda mais territorial, e desenvolve uma crista cefálica proeminente. De seguida, procede à escolha de um local adequado para as posturas de várias fêmeas – 300 a 800 ovos por fêmea - como uma pedra ou uma cavidade no substrato, e começa a cortejar as fêmeas. Após as posturas por parte das fêmeas, é o macho que fecunda os ovos, vigia o ninho, que o limpa, defende e cuida dos ovos, podendo mesmo deixar de se alimentar até os ovos eclodirem passados cerca de 15 dias. As pequenas larvas de caboz-de-água-doce continuam a beneficiar da protecção indirecta do macho, enquanto estiverem no seu território. As larvas e juvenis desta espécie são carnívoras e possuem hábitos gregários, procurando refúgio e larvas de insectos e crustáceos, em aglomerados de algas dulciaquícolas como as Chara sp. e Nitella sp. Os adultos são mais solitários e de comportamento vívido, alimentando-se de insectos e suas larvas, pequenos crustáceos e alevins de peixes. O caboz-de-água-doce possui uma longevidade de cerca de 4 anos, e a sua sobrevivência encontra-se ameaçada pela destruição do habitat natural, poluição e regulação dos sistemas hídricos.

 

Ana Caramujo Marcelino Canas

Bióloga Marinha do Fluviário de Mora

 

Educação – Falas do Rio

Fluviário de Mora

www.fluviariomora.pt 

 

Webgrafia consultada

http://www.educared.net/concurso2008/1276/fauna_archivos/pezfraile.htm

http://www.aquabase.org/fish/view.php3?id=958

http://www.mediterranea.org/cae/divulgac/peces/fraile.htm

http://www.fluviatilis.com/dgf/species.cfm?codspecies=sflu

http://www.fishbase.org/Summary/speciesSummary.php?ID=4877&genusname=Salaria&speciesname=fluviatilis&lang=Portuguese

 

 

Agradecemos ao Flúviário de Mora e à Dra. Ana Canas pelos textos que nos enviam todos os meses. Obrigado!

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publicado por verdinho_naturezabrincalhona às 17:32
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Sexta-feira, 4 de Junho de 2010

Concurso Viver a Biodiversidade

Em 2010 comemora-se o Ano Internacional da Biodiversidade.

 

Para assinalar este ano, a Natureza Brincalhona, lançou em Abril do presente ano um desafio a todas as crianças e escolas da educação pré-escolar e ensino básico.

 

O desafio colocado passou pela realização do concurso Viver a Biodiversidade, tendo os trabalhos apenas como única obrigação o apelo à preservação e conservação do ambiente, através da utilização de várias técnicas.

 

Houve uma grande adesão de escolas, pelo que agradecemos a toda a comunidade educativa que participou no desenvolvimento dos trabalhos: crianças, professores, educadores e auxiliares. Obrigado! Esperamos a vossa participação para o próximo ano.

 

Resta-nos divulgar o nome e os trabalhos vencedores e agradecer, uma vez mais, a todos os participantes.

 

1º Teatro: As Aventuras do Verdinho – O Planeta Verde

 

 

         Centro de Solidariedade da Sagrada Família – Braga

         Ensino Pré-escolar – 3 aos 6 anos

 

2º De Mãos Dadas com a Biodiversidade

 

 

         Centro Comunitário da Paróquia de Algueirão – Mem Martins

         C.A.T.L. – crianças dos 6 aos 10 anos

 

2º Verdinho Ajuda os Continentes

 

 

        Centro Social Paroquial Padre Ricardo Gameiro - Almada

        Centro Comunitário Renascer – Sala Gato das Botas – Pré-Escolar

         

3º Rabinos protegem o Mundo!

 

 

       Infantário Meninos Rabinos – Charneca da Caparica

       Sala Verde – 21 alunos

 

3º Poema: Falando da Biodiversidade

 

 

       ATL – Abrigo Infantil da Sagrada Família – Guarda

       Soraia, Inês e Érica – 4º ano

 

3º Vamos Salvar o Ambiente

 

 

      Jardim Escola João de Deus de Torres Novas

      Bibe Azul – 15 alunos

publicado por verdinho_naturezabrincalhona às 15:40
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